terça-feira, 28 de setembro de 2010

Alibi (de lobo a Tigre)

É uma nova fase. De lobo a Tigre, de canídeo a Felino, de rosnar a Rugir, de liso a Riscas. Dos olhos azuis para os Castanhos, do frio para o Calor, de terra para Continente, de conseguir milhares de palavras prontas a fugirem para o papel a não saber o que escrever. O problema é esse agora, é ter sobre o que escrever, mas não saber como transmiti-lo. Podia faze-lo: gritar como quero, fugir como quero. Mas nunca um fugir tanto agressivo como era o outro. É o negativo desse fugir. Desta vez fugia para Fonte Quente… Hum, hum, Fonte Quente! Tentar reviver a fome de lobo, voltar a ver o azul água e a rir calorosamente com a zebra. Ainda há-de voltar, eu sei, mas metamorfoseou com o tempo. Longe do olhar, longe do coração, sempre ouvi dizer, mas não acreditava. E não acredito. Acredito que algumas sensações guardam-se para sempre. Acredito que as guardo porque sei que também as guardas. Não é em vão que o faço, eu senti o que sentiste. Enfim, não tenho que me desculpar, já nem sou o mesmo, mas deixaste a tua marca de água. Foi de lobo a Tigre, mas não esqueço de quando era LOBO. Isto é um novo olá e não uma despedida. Mais tarde, e se mo pedires, eu faço-te o relatório. Eu sei que merecias mais qualquer coisa, mas dei o meu melhor.


Desculpa e…

Obrigado loba

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