Hoje o estúpido está lixado,
E por isso vai escrever,
Vocês é que lêem o poema irritado,
Dum gajo que não tem nada p’ra fazer.
Com’o estúpido não tem quem o leia,
E quem o lê, diz que gosta porque’ l’ é coitadinho,
Há que estampar esta coisa,
Só para o blogue crescer um bocadinho.
Ora o dia não lhe corre bem,
E o tédio já o invadiu,
O estúpido não está p’r ’aturar ninguém,
Ide todos ter com a mulher que vos pariu.
A agressividade és cuspida p'ro papel,
Como lava expelida dum vulcão,
As palavras estão tão acidas que estragam o pincel,
Deste estúpido sem qualquer imaginação.
Falta a prática de rimar,
E o vocabulário peculiar,
Por isso saem estas trafulhices,
[espremidas duma ervilha]
Incapazes de se gostar.
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